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A publicidade na Web dá retorno a quem anuncia? Muitas empresas se questionam se a publicidade na Web realmente dá retorno a quem anuncia. Como em qualquer mídia, a campanha tem que se adaptar e falar a linguagem do meio. Assim como ninguém reproduz um outdoor na televisão, não se pode reaproveitar comerciais de TV e folders na Web. Linguagem da Web é basicamente sobre informação. Não é à toa que navegamos por um mar de informações. E é ainda melhor quando as informações podem ser manipuladas de acordo com o interesse do usuário, ou seja, é preciso usar e abusar da interatividade. As pessoas utilizam a Web como uma fonte rápida de informação, seja para fins profissionais ou de lazer, é importante que as páginas estejam escritas de modo a satisfazer esta necessidade de informação, mesmo que contenham publicidade. A publicidade sempre que possível deverá fazer parte da informação que os utilizadores procuram, ou seja, deverá ser colocada em sites visitados pelo público-alvo da sua empresa ou produto. Esta publicidade direcionada é a chave do sucesso do Google, porque os anúncios aparecem de acordo com a pesquisa efetuada. Com a delicada situação da economia norte-americana e as quedas nas bolsas mundiais, as empresas estão reduzindo seus orçamentos de propaganda e revistas e jornais estão cortando custos para resistir a um ano com menos lucro. O cenário publicitário no mundo real não é dos melhores, mas isso ainda não se refletiu na Internet. No último trimestre, gastos com anúncios online atingiram US$ 5,9 bilhões, um aumento de 11% em relação a 2007. Também no Brasil a tendência é de fortalecimento da Internet como veículo publicitário. Dados do Inter-Meios, relatório da editora Meio & Mensagem mostrou que o maior incremento publicitário em 2008 na área de comunicação foi para Internet, com aumento de 47,2 nas receitas, em nove meses de 2008, comparados com o mesmo período de 2007. Com isso, a Internet movimentou R$ 519 milhões com publicidade. A participação total nos investimentos foi de 3,4%, quase empatando com a TV por assinatura que teve 3,6%. Fonte: www.itu.com.br |



